28/04/2012

A gente sobrevive toda vez que o amor vier...


Feche os olhos, ele chega como um sonho, no íntimo, a gente sempre sabe que é amor...
E a gente sempre sobrevive.
Como aquele vento a tocar as flores, por sobre à proa, na polpa dos meus pensamentos...
O amor é assim, ainda inventa viagens, ri sem motivo, ergue-se sob a ribeira no fluir das horas.

O amor, que é das canções, do delírio, onde hão de estar? Está nos versos dos poetas, trazidos nos olhares da alma. Agora lavados pela saudade ainda soberana, a acariciar o tempo, a comprimir o coração. Há restos de amor em mim, penetrando lentamente...Mesmo que traga saudades e faça doer à gente sobrevive toda vez que o amor vier.
(Rosi Alves)

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