09/03/2012

Lembranças...

Hoje atiro pela janela lembranças. Tudo que se foi é bagagem pra recomeçar, solitária somente ilusões. Ontem é aquela canção que toca quando as folhas do outono caem, e logo a seguir já está frio e tudo nunca mais será. E quem sabe as lembranças morreram como nessa canção onde o amor precisa renascer e sobreviver a toda essa dor, que como vento da voltas por toda minha alma.
[Rosi Alves]

“Sempre chega à hora em que as escoras caem, criando espaços vazios”.
[Rosi Alves]

2 comentários:

Bento Sales disse...

Oi, amiga Rosi!
Só devemos olhar para trás, como num retrovisor, para que sigamos em frente bem.
Lembrar alegria é revivê-la.
Seu texto é um poema em prosa com sabedoria e poesia.

Abraços do amigo de sempre!

Célia Rangel disse...

Seguir sempre com semblante de esperança! Bj. Célia.